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Notícias, novidades e fornecedores do mundo do vinho

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Vinhos biodinâmicos, naturais, orgânicos e veganos: quais as diferenças?

Argento Single Vineyard Agrelo Malbec, da Bodega Argento, é considerado o Melhor Malbec Orgânico do Mundo e o biodinâmico Le Corti Chianti Clássico é considerado o tinto “vintage” da vinícola e definido como o rótulo que interpreta a elegância do Chianti Clássico – Foto: Divulgação


Com regras específicas de elaboração, rótulos atendem consumidores mais exigentes com o que consomem e responsáveis junto ao entorno

Novidades no universo dos vinhos, rótulos biodinâmicos, naturais, orgânicos e veganos representam a constante evolução da categoria e o caráter responsável junto à sociedade e ao meio ambiente. Com estas credenciais, estas categorias da bebida têm atraído bastante interesse dos consumidores, mas nem todo mundo ainda entende exatamente as particularidades de cada uma.

A Priscilla Dal Lago, embaixadora da Domno Wines, importadora do Grupo Famiglia Valduga, que busca parceiros que respeitem ao máximo a matéria-prima e os diferentes terroirs, explica as diferenças por trás de cada rótulo.

Os vinhos orgânicos não utilizam em sua elaboração nenhum tipo de agroquímico como pesticidas, fungicidas e bactericidas. O processo dele de vinificação não precisa ter distinção do convencional, porém não são utilizados compostos para aumentar a rentabilidade, já que a motivação deste sistema, além da sustentabilidade, é garantir que o vinho não leve nenhum resíduo agroquímico, podendo ou não ter certificação, a depender de cada país de origem.

Inclusive, o “Melhor Malbec Orgânico do Mundo” – pelo Guia Descorchados e 92 pontos do James Suckling – é da Bodega Argento e está no portfólio da Domno Wines. Trata-se do Argento Single Vineyard Agrelo Malbec, o qual representa a materialização de um dos microclimas mais privilegiados da viticultura da Argentina, com complexidade aromática e longo potencial de guarda.

A varietal é a Malbec, cultivada em Mendonza (Agrelo) durante a safra 2020 e a qual dá origem a este rico tinto seco. Seu tom vermelho rubi intenso é fruto de uma fermentação alcoólica em barricas de carvalho francês, que garante ainda uma experiência aromática única a partir de especiarias doces e violetas com predominância das frutas vermelhas maduras. Com acidez média e final agradável, Argento Single Vineyard Agrelo Malbec tem corpo médio alto com taninos perfeitamente amaciados graças às barricas de carvalho e evolução em tanques de concreto.

Já os vinhos biodinâmicos são conhecidos por utilizarem a antroposofia em seu cultivo, ou seja, o conhecimento do ser humano de técnicas ancestrais aplicadas tanto no cultivo das uvas, quanto no funcionamento da vinícola. Estes rótulos também são orgânicos, porém – nesta categoria – além de não ser utilizado nenhum tipo de composto químico na cadeia produtiva do vinho, a agricultura se aproveita inteiramente de alimentos proporcionados pela natureza, como o uso de preparações à base de uvas e minerais, chás para auxiliar na mineralização do solo ou a técnica em que o engarrafamento é feito seguindo os ciclos lunares.

Bons exemplos de vinhos biodinâmicos são os que levam a assinatura de Principe Corsini. Com vinhedos localizados na charmosa região de Toscana, na Itália, a vinícola tem pilares de respeito à natureza e compromisso de alta qualidade, que expressam bem em seus rótulos o território de origem. Destaca-se o Le Corti Chianti Clássico DOCG, o vinho tinto “vintage” da vinícola elaborado a partir das varietais Colorino (2%), Sangiovese (2%) e Canaiolo (95%), definido como o rótulo que interpreta a elegância do Chianti Clássico com uma personalidade franca e sincera.

A denominação de vinhos naturais é um pouco mais ampla, uma vez que não há norma ou regularização para esta variedade. Normalmente, são considerados naturais os vinhos que utilizam fermentação espontânea – isto é, não têm adição de conservantes ou nenhum outro artifício químico para corrigir acidez ou taninos. Desta forma, vinhos naturais são orgânicos e podem também ser biodinâmicos, caso utilizem as regras necessárias.

O vegano, por sua vez, não leva insumos de origem animal no seu processo de elaboração, como a albumina (proteína do ovo) e a caseína (proteína do leite), utilizadas na etapa de clarificação do vinho. Estes rótulos também não têm perdas aromáticas e estruturais, que afetam a degustação.

Mais informações sobre outras opções de vinhos com estas características estão disponíveis no https://domno.com.br/categoria/veganos-e-organicos/.

Sobre a Domno Wines

Fundada em 2008, na cidade de Garibaldi, coração da Serra Gaúcha, a Domno Wines pertence à Famiglia Valduga, grupo com mais de 140 anos de história e tradição. Em seu portfólio estão 38 vinícolas – de sete países – e 350 rótulos, incluindo exemplares premiados e únicos. Um dos grandes diferenciais da importadora é a cautelosa escolha de seus produtores, que possuem valores convergentes aos do Grupo, como o cuidado na produção da matéria-prima, aplicação das mais inovadoras técnicas de vinificação e valorização do relacionamento. Mais informações: SiteFacebook e Instagram.

Divulgação: Agência Pub

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