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Notícias, novidades e fornecedores do mundo do vinho

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Rocim lança vinho natural Vale da Mata Pet Nat

Foto: Divulgação/Grande Consumo

 

A celebrar a quadra festiva e o final do ano, o Rocim lança um vinho natural, o Pet Nat, oriundo do Vale da Mata, Lisboa.

O nome é uma abreviação de “Pétillant Naturel”, uma expressão francesa que significa espumante natural, ou seja, é um vinho produzido de forma natural, seguindo métodos tradicionais e sem adição de leveduras ou açúcares. O vinho é engarrafado antes de completar a fermentação e esta é finalizada na garrafa, o que permite ir libertando o gás natural que o caracteriza. Um vinho único do terroir muito específico das Cortes, em Leiria, onde é produzido, adiantam os enólogos, Catarina Vieira e Pedro Ribeiro. Já disponível para compra, com um PVP de 10.99, é um vinho mais leve, com baixo teor alcoólico, que segue as novas tendências de consumo.

Vale da Mata Pet Nat

Os vinhos Vale da Mata são produzidos numa pequena vinha que está na família Vieira há várias gerações, nas Cortes, perto de Leira, entre a Serra de Aire e Candeeiros e o Atlântico. Uma zona “especial”, com um microclima único, que fica muito perto da serra e muito perto do mar. “Quando iniciámos o projeto de reabilitação da vinha e recuperámos esta tradição familiar, sempre quisemos respeitar a memória do Avô Manuel e fazer vinhos autênticos, naturais, que respeitassem integralmente a vocação natural do terroir da região. O Vale da Mata Pet Nat faz parte desta ‘homenagem’ às origens, com a produção de um vinho com utiliza um método de vinificação ancestral”, conta Catarina Vieira.

Para Pedro Ribeiro, “o nosso Pet Nat foi produzido exatamente como o imaginámos: foi vinificado em depósitos de cimento para realçar a fruta primária e terminou a fermentação em garrafa, sempre a uma temperatura controlada. Teve um estágio de 14 meses sobre a própria borra e não fez ‘dégorgement’, o que lhe traz alguma turvação”.

O Vale da Mata Pet Nat tem 90% de Tinta Roriz, 5% de Vital e 5% de Arinto. Estas duas últimas castas são emblemáticas da região de Lisboa e evidenciam o seu lado Atlântico. É um vinho leve e refrescante, que deve ser servido, idealmente, entre os 6 e os 8 ºC.

Para os criadores, é um vinho que pode ser bebido sozinho, num ambiente de descontração, mas que também combina muito bem com diferentes tipos de pratos. Sendo produzido tão perto do mar, a sua frescura e acidez são perfeitos para tudo o que venha do Oceano como mariscos, peixes grelhados, sushis e sashimis.

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