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Notícias, novidades e fornecedores do mundo do vinho

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Região vitivinícola do Tejo marca presença na ProWine 2022


Com presença de João Silvestre, porta voz da CVR Tejo, região portuguesa promoverá Seminário com degustações de 16 vinhos para apresentar diversidade do terroir local

Uma das mais importantes regiões vitivinícolas de Portugal, o Tejo (outrora Ribatejo) esta com stand na feira de vinhos Pro Wine SP que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro no Expo Center Norte.

Além das atividades no stand com a presença de vários produtores, a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo (CVR Tejo) promoverá no dia 27 de setembro às 12h30 o Seminário Três Sub-regiões – Três Terroirs com degustação de 16 vinhos no primeiro dia de Fórum Pro Wine, para demonstrar a riqueza e diversidade da região, numa apresentação que explora a forma como os diferentes Terroirs do Tejo originam diferentes perfis de vinho.

Com produção atual de 61 milhões de litros, com projeção de aumento a cada ano,  a Região Vitivinícola do Tejo está localizada no centro de Portugal, próximo da capital do país é cortada pelo rio que lhe dá nome, largo e imponente, o Tejo é um dos maiores rios de Portugal. Este território vitivinícola tem uma área global de cerca de 7.000 km2, dos quais 12.500 hectares são vinhas, e abrange 21 municípios, um no distrito de Lisboa e os restantes de Santarém. As suas fronteiras são delimitadas por Tomar, Ferreira do Zêzere, Sardoal e Mação, a Norte; Abrantes, Chamusca, Alpiarça e Almeirim, a Este; Torres Novas, Alcanena, Rio Maior, Cartaxo e Azambuja, a Oeste; e Coruche e Benavente, a Sul.

O rio Tejo é o elemento central e imprime uma profunda influência na caracterização da região, principalmente ao clima e aos terroirs. Tanto que o clima da região é moderado, com temperaturas médias que variam entre os 15 e os 16,5ºC. Influenciada pelo rio Tejo, é uma região de acentuada amplitude térmica, com dias bastante quentes, que assegura a maturação da uva e noites frescas e úmidas, garantido frescor as castas e  acidez natural – ideal para fazer bons vinhos e com potencial de guarda. 

Castas

As principais castas brancas são Fernão Pires (Maria Gomes), Arinto (Pedernã), Verdelho, Alvarinho, Chardonnay e Sauvignon Blanc; e as castas tintas, são Castelão (João de Santarém ou Periquita), Trincadeira (Tinta Amarela ou Trincadeira Preta), Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Syrah, Cabernet Sauvignon e Aragonez (Tinta Roriz ou Tempranillo).

Fernão Pires é a casta mais expressiva da região vitivinícola do Tejo, sendo amplamente utilizada na produção de vinho branco. No copo dá origem a vinhos de aroma frutado e floral e com acidez média que lhe conferem frescor. É uma casta extremamente versátil que está presente na composição de vinhos brancos, frisantes, licorosos e até em colheitas tardias.

Vinhos

A região dos Vinhos do Tejo tem uma área total de vinha a rondar os 12.500 hectares, dos quais 2.500 dão origem a vinhos com denominação de origem DOC do Tejo e 5.000 hectares a vinhos com selo de certificação IG Tejo.  Ela possui ótimas condições naturais para o cultivo da vinha e para a produção de vinhos, onde o frescor fornecido pela natureza é evidente. Uma região onde uma jovem geração de viticultores e enólogos, que sabem aliar os conhecimentos adquiridos nas universidades à tradição das gerações que os precederam, cria vinhos consistentes e de grande qualidade, com estilos empolgantes e diferenciados. O Tejo tem alguns dos mais vibrantes e acessíveis vinhos de Portugal, oferecendo uma gama diversificada de estilos que apelam a uma variedade de gostos e orçamentos. Um famoso crítico Inglês explicou isto numa frase muito simples «hot days, cold nights, cool wines».

Nos brancos, o perfil traduz-se em vinhos muito aromáticos com a presença de fruta tropical, citrina também frescos e muito elegantes. Os vinhos tintos são muito equilibrados, frescos e com taninos elegantes. No nariz a fruta é uma presença garantida. Nos tintos de guarda a madeira pode estar presente, mas de uma forma discreta. A região do Tejo produz também excelentes vinhos rosés, espumantes, frisantes – que é menos gaseificado do que espumante e pode ser mais ou menos doce – e que podem ser apreciados em momentos de convívio fora das refeições, mas também licorosos e colheitas tardias.

COMISSÃO VITIVINÍCOLA REGIONAL DO TEJO

A CVR Tejo é uma associação interprofissional que representa a produção e o comércio do sector vitivinícola da região. A sua competência consiste em controlar o cumprimento das regras e a certificação dos vinhos brancos, rosés, tintos, espumantes, licorosos e vinagres produzidos na região, com direito a Denominação de Origem Controlada do Tejo (DOC do Tejo) e a Indicação Geográfica Tejo (IG Tejo). Assim, todos os vinhos certificados pela Comissão têm o selo de garantia ‘Tejo’ no rótulo. Tem como missão ajudar os produtores a aumentar a sua presença nos mercados estratégicos, com vinhos empolgantes e estilos diferenciados, oferecendo ao consumidor, contínua e consistentemente, qualidade a bom preço.

Divulgação: Cristina Bieleki

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